PETRÓPOLIS E A IDEIA DE “ABAIRRAMENTO”: OS
QUARTEIRÕES HISTÓRICOS COMO PATRIMÔNIO, MEMÓRIA E IDENTIDADE TERRITORIAL
1. Introdução
A história de
Petrópolis não pode ser compreendida apenas a partir da construção do Palácio
Imperial, da chegada dos colonos germânicos ou da criação formal da povoação em
1843. A formação da cidade está igualmente relacionada a um projeto de
organização territorial que procurou estabelecer, desde seus primeiros anos,
uma relação entre espaço, população, circulação, propriedade e identidade.
Nesse processo,
destaca-se a atuação do major Júlio Frederico Koeler, engenheiro militar
responsável pela elaboração do projeto urbanístico que orientou a ocupação da
Imperial Colônia de Petrópolis. A planta elaborada em 1846 constitui um dos
documentos fundamentais para a compreensão da gênese urbana da cidade. Nela, o
território aparece organizado segundo uma lógica que ultrapassava a simples
divisão administrativa: os espaços receberam denominações relacionadas às
regiões de origem dos colonos, à Família Imperial, à administração provincial e
a outros elementos associados à história da nova povoação.
Os chamados
quarteirões de Petrópolis constituíram, assim, uma das características mais
marcantes do projeto de Koeler. A denominação não era meramente cartográfica.
Os quarteirões serviam como referências territoriais para a distribuição dos
colonos, a localização dos prazos de terras e a organização da nova colônia.
É justamente essa
característica que torna atual o debate sobre a chamada proposta de
“abairramento” do município. Eventuais modificações administrativas são
próprias da dinâmica de qualquer cidade e podem ser justificadas por razões
relacionadas à gestão pública, planejamento urbano e prestação de serviços.
Entretanto, quando uma nova divisão territorial substitui denominações
históricas, existe o risco de que uma estrutura espacial construída ao longo de
quase dois séculos seja gradualmente esquecida.
O problema,
portanto, não reside necessariamente na criação de bairros ou na modernização
da divisão administrativa, mas na possibilidade de que essa modernização seja
acompanhada pelo apagamento da nomenclatura histórica dos quarteirões.
2. O projeto
territorial de Koeler
A criação de
Petrópolis esteve diretamente relacionada aos projetos de ocupação da Fazenda
Imperial do Córrego Seco. Em 1843, o major Koeler recebeu importantes
atribuições relacionadas à organização da futura povoação, em um momento no
qual o governo imperial buscava estabelecer uma residência de verão para a
Família Imperial e, simultaneamente, desenvolver uma colônia agrícola com
imigrantes europeus.
O trabalho de
Koeler foi muito além da abertura de ruas. Seu projeto estabeleceu uma lógica
de organização espacial que considerava as características naturais do terreno,
principalmente os rios e vales, além das necessidades de circulação e ocupação.
A Planta de
Petrópolis de 1846 representa um dos mais importantes registros desse processo.
Ela permite visualizar a cidade em sua fase inicial e demonstra que a ocupação
não foi deixada ao acaso. O território foi estruturado em unidades denominadas
quarteirões, dentro das quais eram distribuídos os chamados prazos de terras.
Essa organização é
particularmente importante porque demonstra que a divisão territorial de
Petrópolis possui uma origem histórica anterior à noção contemporânea de
bairro.
O quarteirão, na
experiência petropolitana, não era simplesmente uma subdivisão urbana
convencional. Tratava-se de uma unidade territorial vinculada à própria
implantação da colônia.
3. Os primeiros
quarteirões
Na planta de 1846,
a estrutura inicial contemplava as áreas centrais próximas ao Palácio Imperial
e diversos quarteirões destinados à ocupação da colônia.
Entre as
denominações registradas encontram-se:
Vila Imperial;
Vila Tereza;
Bingen;
Castelânea;
Ingelheim;
Mosela;
Nassau;
Palatinato
Superior;
Palatinato
Inferior;
Renânia Central;
Renânia Inferior;
Siméria;
Westfália.
A própria
nomenclatura revela muito sobre o projeto de colonização.
Bingen, Ingelheim,
Mosela, Nassau, Palatinato, Renânia, Siméria e Westfália remetem a regiões e
referências geográficas do mundo germânico. A escolha desses nomes não foi
casual. Em uma colônia formada em grande parte por imigrantes provenientes dos
estados germânicos, a preservação de referências toponímicas de sua terra de
origem ajudava a estabelecer vínculos simbólicos entre os novos habitantes e o
território que passavam a ocupar.
A nomenclatura dos
quarteirões pode, portanto, ser interpretada como parte de uma política de
integração dos colonos ao novo espaço.
Ao invés de apagar
completamente as referências anteriores dos imigrantes, o projeto territorial
incorporou parte delas à própria geografia de Petrópolis.
Essa
característica confere aos quarteirões um valor que ultrapassa o aspecto
administrativo. Seus nomes constituem vestígios da própria história da
imigração e da formação social da cidade.
4. A ampliação da
cidade e a Planta de Reimarus
A expansão da
ocupação de Petrópolis levou à elaboração de novas plantas e à incorporação de
outras áreas ao sistema de quarteirões.
Em 1854, uma
planta atribuída ao engenheiro Otto Reimarus ampliou a estrutura territorial,
incorporando novas denominações, entre elas:
Brasileiro;
Darmstadt;
Francês;
Inglês;
Mineiro;
Presidência;
Princesa Imperial;
Renânia Superior;
Suíço;
Woerstadt;
Worms.
A ampliação é
reveladora de uma característica fundamental da história petropolitana: a
cidade não foi concebida como uma estrutura estática.
O território foi
sendo ampliado e reorganizado à medida que crescia a população e se modificavam
as necessidades da colônia. Entretanto, a lógica dos quarteirões permaneceu
como referência.
É importante
observar também que nem todos os nomes estavam relacionados à imigração
germânica.
O Quarteirão
Brasileiro, por exemplo, introduzia uma referência diretamente associada ao
Brasil. O Quarteirão Francês, o Inglês e o Suíço remetiam a outras
nacionalidades. O Quarteirão Mineiro relacionava-se à antiga comunicação com
Minas Gerais e aos caminhos que atravessavam a região.
Já denominações
como Presidência e Princesa Imperial revelavam relações políticas e
institucionais ligadas à formação da cidade.
Assim, a
nomenclatura dos quarteirões pode ser compreendida como uma espécie de mapa
histórico da formação de Petrópolis.
5. Os quarteirões
e a hidrografia de Petrópolis
Outro aspecto
fundamental da organização territorial petropolitana é a relação entre os
quarteirões e a geografia física.
Arthur Leonardo Sá
Earp, em seu estudo sobre os quarteirões, demonstra a possibilidade de
compreender a distribuição dessas unidades territoriais a partir das principais
bacias hidrográficas do município.
A Bacia do
Palatinato abrangia os quarteirões Palatinato Superior, Palatinato Inferior e
Suíço.
A Bacia do
Piabanha reunia áreas correspondentes aos quarteirões Woerstadt, Bingen,
Darmstadt, Ingelheim, Mosela, Nassau, Westfália e Brasileiro.
Já a Bacia do
Quitandinha abrangia áreas correspondentes aos quarteirões Worms, Inglês,
Renânia Superior, Renânia Central, Renânia Inferior, Siméria, Castelânea e
Francês.
Essa distribuição
demonstra que a divisão de Petrópolis não pode ser compreendida apenas como uma
nomenclatura histórica. Ela está relacionada à própria configuração física do
território.
A cidade cresceu
acompanhando vales, rios e encostas. O projeto urbano teve de dialogar com uma
topografia particularmente complexa, marcada pela Serra do Mar.
Consequentemente,
os quarteirões constituem também uma chave para a leitura da paisagem histórica
de Petrópolis.
6. Quarteirão não
é simplesmente bairro
É justamente nessa
diferença que se encontra um dos pontos centrais do atual debate.
O conceito
contemporâneo de bairro possui caráter predominantemente administrativo, urbano
e social. Um bairro pode ser criado, alterado, subdividido ou incorporado por
razões relacionadas ao planejamento municipal.
O quarteirão
histórico de Petrópolis, entretanto, possui uma origem distinta.
Ele está associado
ao processo de formação da Imperial Colônia, à distribuição dos prazos de
terras, à organização dos colonos e à própria planta urbanística concebida no
século XIX.
Substituir
integralmente essa nomenclatura por outra divisão administrativa pode produzir
uma consequência que vai muito além da alteração cartográfica: pode romper a
ligação entre o território atual e o processo histórico que o originou.
É perfeitamente
possível que um determinado espaço seja, simultaneamente, identificado
administrativamente como bairro e historicamente como quarteirão.
Essa solução
permitiria modernizar a gestão pública sem destruir a memória territorial.
Não há
necessariamente incompatibilidade entre as duas categorias.
7. Os quarteirões
como patrimônio histórico
A preservação dos
quarteirões deve ser analisada dentro de uma concepção contemporânea de
patrimônio histórico.
Durante muito
tempo, a preservação patrimonial esteve concentrada em edifícios considerados
excepcionais: palácios, igrejas, monumentos e residências de personagens
importantes.
Atualmente,
contudo, a compreensão do patrimônio histórico é muito mais ampla. Paisagens
culturais, conjuntos urbanos, documentos cartográficos, lugares de memória e
referências territoriais também podem possuir valor histórico.
Nesse sentido, a
Planta de Petrópolis de 1846 apresenta importância excepcional.
Ela não é apenas
um antigo mapa. É um documento que registra a concepção territorial de uma
cidade planejada durante o Segundo Reinado e permite compreender como o
território foi pensado no momento de sua formação.
A iniciativa do
Instituto Histórico de Petrópolis de buscar o reconhecimento e a proteção
patrimonial desse documento insere-se justamente nessa perspectiva de
valorização da memória urbana.
Preservar a
planta, contudo, não significa apenas conservar fisicamente o documento.
É igualmente
importante preservar os elementos históricos que podem ser compreendidos por
meio dele.
Se os nomes dos
quarteirões desaparecerem da paisagem cotidiana, a planta continuará existindo
como documento, mas parte significativa de sua leitura histórica poderá se
perder.
8. A memória dos
colonos germânicos
Os nomes dos
quarteirões constituem ainda um dos mais importantes testemunhos da presença
germânica na formação de Petrópolis.
A cidade possui
uma relação particularmente profunda com a imigração germânica, não apenas
porque milhares de colonos chegaram durante o século XIX, mas porque a
organização espacial da colônia incorporou referências associadas às suas
origens.
Nomes como Bingen,
Ingelheim, Mosela, Nassau, Renânia, Palatinato, Siméria, Westfália, Darmstadt e
Worms permanecem como vestígios linguísticos e históricos desse processo.
Cada vez que um
petropolitano utiliza essas denominações, mesmo sem conhecer sua origem, está
reproduzindo uma parte da memória territorial criada no século XIX.
A eliminação
desses nomes da nomenclatura oficial poderia provocar, a longo prazo, uma
espécie de invisibilização da história da imigração.
Não se trata de
defender uma cidade congelada no tempo.
A preservação
histórica não impede o desenvolvimento urbano. Ao contrário, uma cidade que
conhece sua própria história pode modernizar-se sem perder seus referenciais.
9. As Vilas
Imperial e Tereza e o Quarteirão Princesa Imperial
A dimensão
simbólica da nomenclatura torna-se ainda mais evidente nas denominações
diretamente relacionadas à Família Imperial.
A Vila Imperial
corresponde à área central historicamente associada ao núcleo original da
cidade e à presença do Palácio Imperial.
A Vila Tereza, por
sua vez, remete diretamente à imperatriz Teresa Cristina, esposa de D. Pedro
II.
O Quarteirão
Princesa Imperial também incorporou à geografia urbana uma referência à Família
Imperial.
Essas denominações
não podem ser compreendidas isoladamente. Elas fazem parte do vocabulário
político e simbólico da cidade criada durante o Segundo Reinado.
Ao longo do tempo,
Petrópolis deixou de ser apenas uma colônia imperial e transformou-se em
município, mas essas marcas históricas permaneceram incorporadas à paisagem.
O eventual
desaparecimento dessas denominações deve, portanto, ser discutido também sob o
ponto de vista da memória histórica.
10. Os quarteirões
ainda existem
Um dos argumentos
frequentemente utilizados para justificar o abandono dos quarteirões é a
percepção de que eles teriam deixado de existir na prática.
Entretanto, essa
afirmação precisa ser relativizada.
Os quarteirões
permanecem presentes em documentos históricos, registros imobiliários, estudos
genealógicos, mapas, pesquisas sobre a formação urbana e na própria memória de
diversas famílias petropolitanas.
A questão talvez
seja menos a inexistência dos quarteirões e mais o seu progressivo esquecimento
pela população.
Esse esquecimento
pode ser combatido por meio de políticas simples de educação patrimonial.
Uma possibilidade
seria a instalação de placas informativas nas entradas dos antigos quarteirões,
apresentando o nome histórico, sua origem e os limites aproximados da área.
Essa proposta,
associada à valorização da pesquisa desenvolvida por historiadores locais como
Paulo Roberto Martins, permitiria devolver visibilidade à divisão histórica sem
impedir a utilização das atuais denominações administrativas.
Medidas dessa
natureza possuem baixo custo e elevado potencial educativo.
11. O
“abairramento” e o risco do apagamento histórico
A discussão sobre
uma nova divisão administrativa do território petropolitano precisa ser
realizada com serenidade e responsabilidade.
Uma administração
municipal pode necessitar de novas categorias territoriais para facilitar a
prestação de serviços, o planejamento urbano, a organização estatística ou a
gestão pública.
Entretanto, uma
reforma administrativa não precisa necessariamente eliminar a nomenclatura
histórica.
O risco está em
transformar uma divisão administrativa contemporânea em substituta absoluta da
memória territorial.
Se determinados
quarteirões deixarem de aparecer nos documentos públicos, mapas, endereços,
placas e sistemas oficiais, a população das próximas gerações terá cada vez
menos contato com essa nomenclatura.
O processo será
gradual.
Primeiro, os nomes
deixarão de ser utilizados nos documentos administrativos. Depois, deixarão de
ser conhecidos pela população. Finalmente, poderão sobreviver apenas em livros
de História e em arquivos.
Esse fenômeno pode
ser compreendido como apagamento toponímico: não necessariamente a destruição
física de um lugar, mas a retirada progressiva de sua identidade histórica do
uso cotidiano.
É justamente esse
risco que merece ser debatido.
12. Preservar não
significa impedir a modernização
É importante
deixar claro que a defesa dos quarteirões históricos não significa oposição ao
desenvolvimento de Petrópolis.
A cidade precisa
continuar planejando seu crescimento, aprimorando seus mecanismos
administrativos e adequando sua estrutura às necessidades da população
contemporânea.
A questão é
encontrar um equilíbrio entre gestão administrativa e preservação histórica.
Uma alternativa
seria adotar oficialmente os bairros para fins administrativos, mantendo
paralelamente os quarteirões como referências históricas e culturais.
Assim, um endereço
poderia indicar o bairro administrativo e, simultaneamente, o quarteirão
histórico.
Essa solução
permitiria que Petrópolis tivesse uma organização moderna sem romper com sua
origem.
Trata-se, em
última análise, de reconhecer que uma cidade possui diferentes camadas
territoriais.
O bairro
corresponde à necessidade administrativa contemporânea.
O quarteirão
corresponde a uma camada histórica da formação urbana.
Ambos podem
coexistir.
13. Considerações
finais
Petrópolis possui
uma característica que poucas cidades brasileiras conseguem apresentar com
tamanha clareza: sua própria estrutura territorial conserva marcas explícitas
de seu processo de formação.
Os quarteirões não
foram denominações criadas casualmente em tempos recentes. Eles fazem parte de
um projeto urbanístico iniciado no século XIX e relacionado diretamente à
formação da Imperial Colônia de Petrópolis.
A Planta Koeler de
1846 constitui testemunho fundamental desse processo. Nela encontram-se
registradas referências territoriais que permitem compreender a relação entre
imigração, urbanização, geografia e poder imperial.
A posterior
ampliação da cidade incorporou novos quarteirões e novas referências,
demonstrando que Petrópolis foi uma cidade em permanente transformação.
Contudo, a transformação histórica não significou a necessidade de apagar suas
camadas anteriores.
É justamente essa
perspectiva que deveria orientar qualquer reforma territorial contemporânea.
Se uma nova
divisão administrativa for considerada necessária, ela poderá ser implantada.
Entretanto, não é necessário que a modernização administrativa seja acompanhada
pela eliminação da memória histórica.
Petrópolis pode
possuir bairros para fins administrativos e conservar seus quarteirões como
referências históricas.
Pode atualizar
seus mapas sem apagar a Planta Koeler.
Pode modernizar
sua administração sem eliminar Bingen, Mosela, Nassau, Renânia, Palatinato,
Westfália, Ingelheim, Castelânea, Siméria, Worms e tantos outros nomes que
contam a história da cidade.
Pode criar novas
referências urbanas sem destruir as antigas.
A verdadeira
modernização de uma cidade histórica não consiste em apagar aquilo que foi
construído pelas gerações anteriores, mas em incorporar o passado ao presente
de maneira consciente.
Nesse sentido, a
discussão sobre o chamado “abairramento” deve ultrapassar a questão meramente
administrativa. O que está em debate é também o direito de uma cidade conhecer
e preservar a própria história.
Os quarteirões de
Petrópolis constituem parte dessa história.
Foram pensados por
Koeler, representados em suas plantas, ocupados pelos colonos, associados aos
prazos de terras, incorporados aos registros e transmitidos entre gerações.
Se hoje muitos
petropolitanos já não conhecem seus nomes, isso não significa que tenham
perdido seu valor histórico. Pelo contrário: significa que existe uma
necessidade urgente de reintroduzi-los na memória coletiva.
Uma política
simples de identificação dos quarteirões, com placas, mapas históricos,
material educativo e divulgação cultural, poderia transformar uma antiga
nomenclatura esquecida em instrumento de educação patrimonial.
Assim, antes de
eliminar os quarteirões, talvez seja necessário perguntar:
Que cidade
queremos entregar às próximas gerações?
Uma cidade
administrativamente mais simples, mas historicamente mais pobre?
Ou uma Petrópolis
capaz de conciliar as necessidades administrativas do século XXI com a
preservação das marcas deixadas por aqueles que ajudaram a construí-la?
A resposta a essa
questão não diz respeito apenas aos quarteirões.
Diz respeito à
própria concepção de patrimônio histórico e à responsabilidade que temos diante
da memória de Petrópolis.
Referências
bibliográficas:
EARP, Arthur
Leonardo Sá. Os Quarteirões. Instituto Histórico de Petrópolis. Petrópolis, RJ.
INSTITUTO
HISTÓRICO DE PETRÓPOLIS. Acervo documental e cartográfico sobre a formação
territorial de Petrópolis. Petrópolis, RJ.
PETROTUR. Planta
de Petrópolis. Petrópolis: Petrópolis Turismo, publicação de 1995.
PETRÓPOLIS.
Prefeitura Municipal. Documentação histórica e urbanística de Petrópolis.
Petrópolis, RJ.
KOELER, Júlio
Frederico. Planta da Imperial Colônia de Petrópolis, 1846. Acervo cartográfico
histórico.
REIMARUS, Otto.
Planta de Petrópolis, 1854. Acervo cartográfico histórico.
MUSEU IMPERIAL.
Documentação histórica referente à criação e desenvolvimento da Imperial
Colônia de Petrópolis. Petrópolis, RJ.
MARTINS, Paulo
Roberto. Estudos e registros sobre os quarteirões históricos de Petrópolis.
Petrópolis, RJ.

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